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quinta-feira, 17 de junho de 2010 Post By: Joka

Abraço

Ás vezes um amigo faz-nos tão bem, faz-nos falar sobre o que queremos e o que não queremos, faz-nos abrir os olhos quando necessário, faz-nos muito tendo pouquissimo para dar... Uma simples presença, um simples olá, uma piada, um gesto, um carinho ou um abraço! Tudo isso um amigo dá sem sequer pensar em pedir o que quer que seja de volta...

Aos que estão presentes para mim aqui fica um post muito especial onde reponho todo o carinho, toda a atenção, todo o amor que me tem sido prestado sem reservas. A todos vós amo-vos da forma que são, com as vossas virtudes e defeitos, mesmo até com as vossas birras e locuras que sei que fazem por mim e para mim.....





Alguém disse: "Por vezes, fazer alguém sentir-se especial não é uma obrigação, é sim uma dádiva! Oferecer a alguém um sorriso é a chave para a felicidade."


Uma vez mais, esse alguém fui eu

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quarta-feira, 16 de junho de 2010 Post By: Joka

Beber pra esquecer

Vou beber para esquecer um pouco dos meus problemas! Preciso de soluções e não tenho nenhuma ao alcance dos meus braços... por isso, hoje vou limitar-me a apagar! Amanhã estudarei, amanhã verei o k acontece. Hoje não escrevo! Hoje não falo! Relativamente a ti? Bem... Tu sabes...


"Eh gaita! Nada nada, calo-me!"

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terça-feira, 15 de junho de 2010 Post By: Joka

Contos de fadas

Acreditei em tempos que todos têm direito á sua linda história de encantar, daquelas histórias em que a princesa observa indefesa no topo de uma torre aguardando pacientemente o momento em que o seu bravo cavaleiro entrará para a levar no seu meigo corcel branco, aquelas mesmo com um belo final feliz replecto de amor e felicidade, até ao dia em que acordei numa manhã e perguntei-me, onde está o meu final feliz? Porque é que a minha história é diferente? Não entendo! O monstro, as batalhas, a longa jornada... Tudo o que é necessário para a minha história está lá mas no fim de tudo, onde se esconde o meu final feliz?

Parei durante horas, dias... Passei noites bem juntinho da minha pessoa especial e continuava pensando no porquê da minha má sorte, adormeci algumas dessas noites com a minha face envolta em lágrimas de revolta contra a triste sorte que teima em existir, embora tentasse não a acordar ou talvez não mostrar fraqueza. Percebi-me que não entendia de todo nada do que se passava ali, que não fazia qualquer ideia do que a estrada a precorrer me traria, percebi que o futuro não está escrito e pode apenas ser descrito á medida que vai ocorrendo, sendo que, assim o final feliz dos belos contos de fadas que ouvira em criança não representavam um FIM da história, na verdade, esse felizes para sempre tinha um outro significado bem mais complexo de entender, na verdade esse fim significaria apenas que apartir daquele momento a história acarreta outros contornos diferentes do enredo principal, apartir daquele momento acaba o conto e começa a vida real e essa felicidade, esse felizes para sempre cabe apenas a nós dois escrever.


Alguém disse: "Destino é apenas uma estrada que tem vários caminhos a precorrer, é repleto de ruas, ruelas e vielas e todas estas devem ser precorridas lentamente para que se possa saborear o verdadeiro sentido da vida. O destino de cada um de nós é escrito por nós próprios, escreve com sabedoria!"


(Mais uma bela imagem, criação de Johny Myko)

segunda-feira, 14 de junho de 2010 Post By: Joka

Renascere humanum est

Pensava ter-me perdido na noite, não via nada para lá do capúz que me tapa a face, talvez para que desse a entender algo atravéz de uma aparência furtiva ou pura e simplesmente por motivos desconhecidos. Observo a escuridão que me rodeia sem delimitar qualquer tipo de raciocinio, como se deixasse que o tempo e o espaço passassem por mim enquanto penso em afastar-me de mim mesmo, do meu corpo, do meu estado fisico. Vejo o chão afastar-se de mim como se estivesse a fugir, deixando a leve sensação de que poderei cair em qualquer momento. Vejo a cidade ao longe, o que resta dela pois uma parte encontra-se coberta por nuvens que me impedem de a observar, consigo no entanto ver o meu corpo estendido no chão sem qualquer tipo de reacção. Apercebo-me que do outro lado do rio, bem lá ao longe, uma figura que me é estranhamente familiar, vejo-a gritar, ela corre para atravessar a ponte que une as duas margens e abraça o meu corpo que continua desfalecido no asfalto gelado. Não consigo ouvir os prantos que ela libera, vejo muitas outras pessoas aproximarem-se horrorizadas com o cenário e quando ela encosta a sua face na minha num gesto estranhamente familiar, reconheço-a...

Devo voltar!

Preciso voltar!!

A escuridão desaparece assim que eu, como que em desafio ao destino fatal que se tenta apoderar de mim, me debato para me libertar deste cenário tão maravilhoso como aterrador, ficando eu coberto de uma estranha luz que surge de lado nenhum mas me faz sentir reconfortado, sinto que de alguma maneira me encaminho novamente para o asfalto aproximando-me do corpo que deixara para trás e da bela jovem que me abraça.

Fecho os olhos como que desejando que de alguma maneira o meu corpo e alma se voltem a fundir num só e começo a ouvir a sua voz cada vez mais próxima, sinto o abraço desesperado dessa mesma jovem a envolver-me cada vez mais forte ao mesmo tempo que sinto as lágrimas dela a precorrer a minha face.


Abro os olhos e sem saber porquê pergunto-lhe:

-O que se passou amor?

Ao que ela responde:

-Não me voltes a fazer nada assim!


Lembrei-me de tudo o que esquecera por um breve instante, lembrei-me de quem ela era, de que ela fazia parte de mim e mais que isso, lembrei-me que lhe havia prometido que nunca a abandonaria...







Alguém disse: "A arte de amar não só é a mais bela como a mais poderosa de todas, o amor não consegue esculpir estátuas nem tão pouco pintar quadros mas define a força da alma."



Esse alguém, fui eu!

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Post By: Joka

Desafio-te a desafiar-me!

Onde foi que parámos a nossa história???

Pk não pegas agora tu na caneta e escreves um pouco? Surpreende-me!

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quarta-feira, 9 de junho de 2010 Post By: Joka

Mais um sem titulo

Observo o horizonte criando infinitas espectativas acerca de tudo o que virá e perdendo-me nos meus pensamentos repletos de estupidez e insanidade. Não sei por vezes o que esperar, outras acredito saber o que virá mas acabo sendo surpreendido pelo destino. Não me identifico com mais nada pois não sei em que patamar estou, não me consigo definir nestes tempos incertos, nem tão pouco consigo encontrar-me nas vielas estreitas da cidade. Perco a conta á quantidade abusiva de vezes que abandono o meu leito para precorrer as ruas da cidade observando apenas as luzes com que sou presenteado ao longo da noite e as estrelas que brilham no céu, ao longo desses retiros espirituais penso em tudo mas resultado do meu pensamento é em nada diferente da chuva que de uma nuvem se transforma em mil e uma lágrimas perdidas que caem desamparadas desde o céu até atingir a calçada que piso na noite, á semelhança destas lágrimas um simples pensamento, uma simples ideia também se transforma em mil e um pontos de interrogação que teimam e aumentar a cada momento que tento responder ás questões que eu mesmo ponho. É fantástico como uma palavra proferida pela tua boca pode transformar todo o meu mundo pondo em cheque tudo aquilo em que acredito ou julgo acreditar pois na verdade desconheço até o propósito da minha existência, quanto mais o que circula na tua mente. Gostava de conseguir decifrar-te para poder então decifrar-me a mim mesmo, no entanto as horas passam, os dias avançam e as duvidas teimam em multiplicar-se até ao dia em que pegues na minha mão e me digas o que realmente preciso ouvir. Um gesto carinhoso, uma palavra tua, um olhar... Uma atitude que me diga o que sou na verdade, o que significo. A insegurança é só e apenas um dos infinitos resultados do pecado que é amar!

Alguém disse: "Por vezes um pequeno gesto não significa uma mentira, significa nada mais do que uma verdade que pode até nascer lentamente mas está lá!"

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domingo, 6 de junho de 2010 Post By: Joka

Chamo-te, desespero pela demora, pelos 5 segundos de espera até que chegues a mim e quando chegas peço-te que olhes para o céu, sei que adoras observar as estrelas, que as vês como eu, aguardo enquanto observas fumando o cigarro que segundos depois partilho contigo, encostas-te á parede como que sugerindo inconscientemente que te aqueça no meu abraço, algo que sabes que não consigo resistir e, por baixo daquelas mesmas estrelas que antes observavas, beijo-te uma vez, o tempo para, a minha respiração sustém enquanto sinto o sabor dos teus lábios entrelaçados nos meus, doce sabor que me seduz como a musica seduz as serpentes, olho para ti e perco-me em pensamentos de loucura e felicidade, as palavras que saem dos teus lábios são como hipnose para mim, uma hipnose doce e repleta de parede acompanhada apenas pelo brilho dos pirilampos que ainda voam pelos terrenos que cercam a tua casa e pelo fado que toca ao de leve. É ao longo do fado de Coimbra que me encosto ao teu ouvido e te digo “Amo-te!” com o mesmo sentimento que tem crescido dia após dia no meu coração dando-me cada vez mais força. Não vejo a Lua mas não me preocupo, tenho o brilho do teu olhar para me perder. Sabias que seria um orgulho para mim poder envelhecer a teu lado? Mesmo tu sendo rabugenta, eu gosto, não é?

Amo-te

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Post By: Joka

Sem titulo

Estamos juntos, eu e tu, num conjunto de dias que se tornou estranhamente saboroso. Olho para ti e, com uma sandes de panado na mão perguntas-me: Que é que foi?

Ao que respondo com o ar de doido que persisto em permitir que me caracterize: Nada!

Momentos estranhos estes os nossos em que só me apetece agarrar-te e apertar-te num abraço longo, quase infindável dentro do possível mas deixas passar, não esquecendo a relevância desses momentos carinhosos para mim mas por estares carregada de trabalhos e matéria para estudar.

Bah! Exames! Que raiva…

Só me apetece tirar-te de tudo por um dia e ter-te comigo estando a tua atenção focada numa coisa só, em nós dois! Faço os olhos de cachorro abandonado, não reparas, mando-te um beijo, nem notas, valha-me deus mais as mulheres… E pior, as “diarreias mentais” continuam a surgir uma atrás da outra e eu já sem braços a medir para tanta palavra que continua a surgir.

Passeamos hoje nós quatro, foi apenas um pequeno passeio mas serviu para que me perdesse em pensamentos cada vez mais vagos, abstraindo-me muito da conversa que vocês três tinham, não foi minha intenção mas às vezes também roubo alguns minutos para me perder na minha mente, muita vez a sonhar admito, outras apenas a avaliar o que me rodeia. Hoje fiz um pouco de ambas, sonhei sem dúvida alguma com coisas que não te direi, nem tão pouco irei escrever, pois existem coisas que prefiro dar-te a hipótese de descobrir por ti própria, mesmo que não as descubras nunca, exemplo? A necessidade que tenho por vezes de um pouco de atenção tua. E perdi-me na vista meio rural meio urbana que se soltava diante dos meus olhos, precisava disso, precisava de limpar a minha cabeça de muita coisa que me fazia sentir um pouco revoltado, como consequência permaneço calado talvez demasiado tempo mas não sei, aguardo que por ti, sem que te peça, em algum momento te levantes para dar-me o abraço que á tanto espero e pelo qual por vezes desespero. Sabes o que queria? É estúpido, talvez até demais para mim mas, gostava que me pegasses na mão e me levasses lá fora ao lado do limoeiro onde todos os pirilampos se concentram no ar a completar um cenário magistral e pura e simplesmente me abraçasses para me dizer depois que efectivamente gostas de mim. É estranho mas necessito disso! Continuo a aguardar pela frase mágica, olho muita vez para os teus lábios na esperança que mesmo que por engano ela saia disparada. Estupidez de puto mimado? Sim provavelmente será. Ignorância de miúdo sonhador? Certamente será. Motivo de vida de um Homem? Isso é certamente!

Amo-te!

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sábado, 5 de junho de 2010 Post By: Joka

Caminha comigo...

Apago o cigarro lentamente pensando no que farei amanhã, estranho pois não costumo deixar-me levar por tais questões mundanas, por vezes penso no que fiz, às vezes no que farei mas nunca me havia deixado levar pela estranha questão que ecoa nos meus sentidos. Que farei daqui a pouco quando o sol brilhar bem alto? Engraçado, porque embora a questão continue a tilintar no meu cérebro como que distorcendo os meus sentidos, não encontro uma resposta definitiva, não encontro sequer uma resposta abstracta e isso tira-me de mim, o facto de sentir que embora seja eu o senhor da minha vida, embora seja eu a definir o percurso a percorrer existe sempre algo que se esconde por trás de uma neblina para a qual não consigo enxergar. É misteriosamente bela a nossa vida, apanhamo-nos, nós simples mortais, presos a questões triviais tais como a existência ou não de um céu e um inferno ou talvez, e é neste ponto que quero focar as minhas palavras, na existência de um destino, de um papiro escondido algures que nos diz o que está ou não está definido para o nosso futuro. Quantas vezes não ouvimos nós, alguém afirmar que algo já estava escrito? Interminável, incontável e por fim incoerente questão… O meu destino escrevo eu, dê por onde der! Afirmava eu sem saber o que dizia, mas hoje sei, hoje digo a plenos pulmões que independentemente de estar escrito ou não o caminho segue em frente numa estrada que pode ou não ser interminável, pois no final do dia a única coisa certa é que os nossos corações batem dentro do nosso peito por algum motivo. Até lá, vou seguir sempre em frente, por essa estrada fora, sem olhar para trás mas guardando cada passo na minha memória, será certamente cada um desses passos que definirá não só quem fui nem tão pouco quem serei mas antes de mais, quem sou!

Alguém disse "Sinto-me impotente perante um mundo k me envolve num manto de nada e mesmo assim me reduz a tão pouco!”

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